"QUEM JULGA, NÃO TEM TEMPO PRA AMAR" - Madre Tereza de Calcutá - Aproveite sua vida, Quebre as regras, Perdoe rápidamente, Beije demoradamente, Ame verdadeiramente, Ria incontrolávelmente, e nunca deixe de Sorrir, por mais estranho que seja o motivo. A vida não pode ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, deveríamos Dançar.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Perdoe sempre.
A sabedoria de Jesus recomendou há mais de 2000 anos:
"amai os vossos inimigos.
Fazei o bem aos que vos odeiam.
Orai pelos que vos perseguem e caluniam.
Perdoai aos homens as faltas que cometerem contra vós."
E acentuou que nunca se deveria guardar mágoa.
Se num momento de oferenda de nosso coração ao pai,
nos lembrássemos de que alguém tem algo contra nós,
prescreveu Jesus que deveríamos, antes, nos reconciliar com o adversário.
O Mestre do amor e da sensibilidade sabia porque dizia essas coisas.
Os estudiosos de hoje estão provando que ele tinha toda a razão.
Perdoe sempre.
(Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no artigo O poder doperdão, de Lisa Collier Cool, da Revista Seleções do Reader's Digest, junho/2004, e no Evangelho de Mateus, cap. V: 43 a 47 e cap. VI:14 e 15)Quarta-feira, 29 de julho de 2009.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Atos gratuitos de amor.
Praticar atos gratuitos de amor ... que tal?
Disse a meu marido que o amo.
Não custou nada.
Pus um bilhete na lancheira do meu filho dizendo como ele é especial.
Não custou nada.
Abri a porta da loja para uma senhora em cadeira de rodas.
Não custou nada.
Deixei uma lata de biscoitos de presente para o carteiro.
Não custou nada.
Dei minha vez na fila do supermercado.
Não custou nada.
Telefonei para meu irmão dizendo que estava com saudades.
Ele também estava!
Pedi desculpas a um amigo com quem tinha sido agressiva.
Custou um pouco, mas deu muita alegria.
Enviei uma carta para o prefeito elogiando sua administração.
Não custou nada.
Levei flores e chocolates para uma velha tia.
Não custou nada.
Dei passagem para um carro no cruzamento e sorri para o motorista.
Não custou nada e ele sorriu de volta.
Comprei um presentinho para minha filha.
Era uma coisa de nada, mas ela ficou feliz.
Agradeci ao rapaz que embalou minhas compras.
Ele ficou satisfeito.
Dei um dia de folga ao meu assistente, mas lhe paguei.
Custou só um pouquinho, mas nós dois ficamos contentes.
Convidei uma amiga para um passeio e um cinema.
Nós nos divertimos.
Fiz uma massagem relaxante.
Me senti maravilhosa.
Atos gratuitos de amor ...
Como me fizeram bem!
Sandy Ezrine
Disse a meu marido que o amo.
Não custou nada.
Pus um bilhete na lancheira do meu filho dizendo como ele é especial.
Não custou nada.
Abri a porta da loja para uma senhora em cadeira de rodas.
Não custou nada.
Deixei uma lata de biscoitos de presente para o carteiro.
Não custou nada.
Dei minha vez na fila do supermercado.
Não custou nada.
Telefonei para meu irmão dizendo que estava com saudades.
Ele também estava!
Pedi desculpas a um amigo com quem tinha sido agressiva.
Custou um pouco, mas deu muita alegria.
Enviei uma carta para o prefeito elogiando sua administração.
Não custou nada.
Levei flores e chocolates para uma velha tia.
Não custou nada.
Dei passagem para um carro no cruzamento e sorri para o motorista.
Não custou nada e ele sorriu de volta.
Comprei um presentinho para minha filha.
Era uma coisa de nada, mas ela ficou feliz.
Agradeci ao rapaz que embalou minhas compras.
Ele ficou satisfeito.
Dei um dia de folga ao meu assistente, mas lhe paguei.
Custou só um pouquinho, mas nós dois ficamos contentes.
Convidei uma amiga para um passeio e um cinema.
Nós nos divertimos.
Fiz uma massagem relaxante.
Me senti maravilhosa.
Atos gratuitos de amor ...
Como me fizeram bem!
Sandy Ezrine
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Ouvir com o coração.
Além da faculdade de escutar-se com os ouvidos,
pode-se fazê-lo também com a mente, com a emoção,
com interesse, com malícia, com descaso, com ressentimento,
com alegria, com o coração...
A arte de ouvir é muito complexa.
As criaturas humanas convivem umas com as outras,
mantendo-se sempre estranhas, não conseguindo sair
do próprio cárcere em que restringem os passos,
embora preservando a aparência de livres.
É comum ouvir-se por obrigação social ou circunstancial,
estando-se noutro lugar e situação mental,
embora fisicamente ao lado.
Ouvir com o coração!
Quem narra um drama é gente que,
como tal, deve ser considerada.
Não é um caso a mais, um cliente,
um necessitado, um pesadelo do qual se deve descartar.
Está sobre carregada e não sabe como prosseguir.
Necessita de ajuda.
Requer atenção.
Um sorriso de compreensão dá-lhe um sinal de que
está sendo entendida e encontrou alguém que com ela
simpatiza e dispõe-se a ser-lhe amigo.
Escasseiam os amigos, os afetos verdadeiros.
Cada pessoa é um país a conquistar-se e a ser conquistado.
Somente quando se pode ouvir com o coração,
é que a mensagem encontra ressonância e pode
repercutir na alma que chora.
Procurar ouvir em cada ser uma história,
como se fosse um escritor, um jornalista,
alguém interessado na outra vida.
Descobrir o novo, o inusitado no seu próximo,
com olhos mais percucientes, penetrando no âmago da ocorrência.
Além de ouvir, oferecer algo em troca: uma palavra alentadora,
um gesto fraternal em forma de abraço,
um sorriso compassivo, qualquer coisa que responda
ao suplicante de maneira encorajadora.
Ampliar o coração no rumo de quem fala ou de quem apenas,
em silêncio, demonstra a sua terrível aflição.
Ouvir com o coração é também uma forma feliz de falar com o coração,
mediante ou não o uso de palavras.
É vibração de amor que se expande e que
retorna em música de solidariedade.
Aprende, tu, a ouvir com o coração,
tudo quanto outros corações estejam procurando dizer-te.
Descobrirás um mundo totalmente novo, enriquecedor,
no qual te encontras e ainda não havias percebido,
alegrando-te com a honra imensa de estar nele e
ajudá-lo a ser cada vez mais feliz.
(Divaldo P. Franco por Joanna de Ângelis. in: Diretrizes para o Êxito)
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Smile... Sorri!
Sorri ... quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri ... quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador
Sorri... quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos
Sorri... vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz!
Música: (Charles Chaplin / G. Parsons / J. Turner - Vs. Braguinha)
Como criar um deliquente.
Comece na infância a dar ao seu filho tudo o que ele quiser.
Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem
obrigação de lhe dar tudo o que ele desejar.
Quando ele disser nomes feios, ache graça.
Isso o fará considerar-se interessante.
Nunca lhe dê orientação religiosa.
Espere até que chegue aos 21 anos e "decida por si mesmo".
Apanhe tudo que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas.
Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros
toda a suaresponsabilidade.
Discuta com frequência na presença dele.
Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.
Dê-lhe todo dinheiro que quiser.
Nunca o deixe ganhar seu próprio dinheiro.
Por que terá ele de passar pelas mesmas dificuldades que você passou?
Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto.
Negar pode acarretar frustrações prejudiciais.
Tome o partido dele contra vizinhos, professores, policiais.
Todos têm má vontade para com o seu filho.
Quando se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa:
"Nunca consegui dominá-lo".
Pense sempre e diga aos outros que seu filho é especial, é um anjo queveio do céu para iluminar sua vida.
Prepare-se para uma vida de desgosto.
É o seu destino merecido.
(Conclusão da polícia de Houston, Texas - USA)
Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem
obrigação de lhe dar tudo o que ele desejar.
Quando ele disser nomes feios, ache graça.
Isso o fará considerar-se interessante.
Nunca lhe dê orientação religiosa.
Espere até que chegue aos 21 anos e "decida por si mesmo".
Apanhe tudo que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas.
Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros
toda a suaresponsabilidade.
Discuta com frequência na presença dele.
Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.
Dê-lhe todo dinheiro que quiser.
Nunca o deixe ganhar seu próprio dinheiro.
Por que terá ele de passar pelas mesmas dificuldades que você passou?
Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto.
Negar pode acarretar frustrações prejudiciais.
Tome o partido dele contra vizinhos, professores, policiais.
Todos têm má vontade para com o seu filho.
Quando se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa:
"Nunca consegui dominá-lo".
Pense sempre e diga aos outros que seu filho é especial, é um anjo queveio do céu para iluminar sua vida.
Prepare-se para uma vida de desgosto.
É o seu destino merecido.
(Conclusão da polícia de Houston, Texas - USA)
terça-feira, 14 de julho de 2009
Mãezinha.
Quando o Pai Celestial precisou colocar na Terra
as primeiras criancinhas, chegou à conclusão
de que devia chamar alguém
que soubesse perdoar infinitamente.
De alguém que não enxergasse o mal.
Que quisesse ajudar sem exigir pagamento.
Que se dispusesse a guardar os meninos,
com paciência e ternura, junto do coração.
Que tivesse bastante serenidade para repetir
incessantemente as pequeninas lições de cada dia.
Que pudesse velar, noites e noites, sem reclamação.
Que cantarolasse baixinho, para adormecer os bebes
que ainda não podem conversar.
Que permanecessem em casa, por amor,
amparando os meninos que ainda não podem sair à rua.
Que contasse muitas estórias sobre a vida e sobre o mundo.
Que abraçasse e beijasse as crianças doentes.
Que lhes ensinasse os primeiros passos.
Que as conduzisse a escola.
Dizem que nosso Pai do Céu permaneceu muito tempo,
examinando..... e, em seguida, chamou a mulher,
e deu-lhe o titulo de MÂEZINHA e confiou-lhe as crianças.
Por esse motivo, nossa mãezinha é a representante
do Divino Amor no Mundo, ensinando-nos a
ciência do perdão e do carinho, em todos os instantes da vida.
Se pudermos imitá-la, nos exemplos de bondade
e sacrifício que constantemente nos oferece,
por certo seremos na vida preciosos auxiliares de Deus.
Chico Xavier.
as primeiras criancinhas, chegou à conclusão
de que devia chamar alguém
que soubesse perdoar infinitamente.
De alguém que não enxergasse o mal.
Que quisesse ajudar sem exigir pagamento.
Que se dispusesse a guardar os meninos,
com paciência e ternura, junto do coração.
Que tivesse bastante serenidade para repetir
incessantemente as pequeninas lições de cada dia.
Que pudesse velar, noites e noites, sem reclamação.
Que cantarolasse baixinho, para adormecer os bebes
que ainda não podem conversar.
Que permanecessem em casa, por amor,
amparando os meninos que ainda não podem sair à rua.
Que contasse muitas estórias sobre a vida e sobre o mundo.
Que abraçasse e beijasse as crianças doentes.
Que lhes ensinasse os primeiros passos.
Que as conduzisse a escola.
Dizem que nosso Pai do Céu permaneceu muito tempo,
examinando..... e, em seguida, chamou a mulher,
e deu-lhe o titulo de MÂEZINHA e confiou-lhe as crianças.
Por esse motivo, nossa mãezinha é a representante
do Divino Amor no Mundo, ensinando-nos a
ciência do perdão e do carinho, em todos os instantes da vida.
Se pudermos imitá-la, nos exemplos de bondade
e sacrifício que constantemente nos oferece,
por certo seremos na vida preciosos auxiliares de Deus.
Chico Xavier.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
A última pedra.
Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem
e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram,
mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.
Gosto de uma música que Frank Sinatra costumava cantar,
My way.
O curioso é que só fui prestar atenção na letra dessa canção
quando escrevia este texto.
Ela diz mais ou menos assim:
“Se eu acertei ou se errei, fiz isso da minha maneira”.
Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens.
Acertei bastante, mas também errei bastante.
Quando olho para diante, tenho certeza de que
vou acertar e errar bastante também.
É impossível acertar sempre.
Mas o importante é que não gastemos nosso tempo
nem nossa energia nos torturando.
A autocrítica pelo que não deu certo,
além de ser nociva para a saúde,
faz que a gente perca os passarinhos
que a vida nos oferece no presente.
Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou
por que eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás.
Respondi que me arrependia do que tinha feito,
mas expliquei que, naquele momento,
minha atitude me parecia lógica.
Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje,
certamente a decisão seria diferente.
Por isso é que lhe digo:
não se torture por algo que não deu certo no passado.
Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.
Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.
Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.
Não importa o que você fez, não se torture.
Apenas perceba o que é possível fazer
para consertar essa situação e faça.
Se você sente culpa, perdoe-se.
E, principalmente, compreenda que agiu assim porque,
na ocasião, era o que achava melhor fazer.
Há uma história de que gosto muito:
um pescador chegou à praia de madrugada para o trabalho
e encontrou um saquinho cheio de pedras.
Ainda no escuro começou a jogar as pedras no mar.
Enquanto fazia isso, o dia foi clareando até que,
ao se preparar para jogar a última pedra, percebeu que era preciosa!
Ficou arrependido e comentou o incidente com um amigo que lhe disse:
– Realmente, seria melhor se você prestasse mais atenção no que faz,
mas ainda bem que sobrou a última pedra!
Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem
e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram,
mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.
Se você está agindo assim, deixo-lhe uma mensagem especial:
não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos.
Reconheça o erro que cometeu,
peça desculpas e continue sua vida.
Você ainda tem muitas pedras preciosas no coração:
muitos momentos lindos para viver e muitos erros para cometer.
Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida.
Roberto Shinyashiki
e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram,
mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.
Gosto de uma música que Frank Sinatra costumava cantar,
My way.
O curioso é que só fui prestar atenção na letra dessa canção
quando escrevia este texto.
Ela diz mais ou menos assim:
“Se eu acertei ou se errei, fiz isso da minha maneira”.
Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens.
Acertei bastante, mas também errei bastante.
Quando olho para diante, tenho certeza de que
vou acertar e errar bastante também.
É impossível acertar sempre.
Mas o importante é que não gastemos nosso tempo
nem nossa energia nos torturando.
A autocrítica pelo que não deu certo,
além de ser nociva para a saúde,
faz que a gente perca os passarinhos
que a vida nos oferece no presente.
Um dia destes, um dos meus filhos me perguntou
por que eu tomei determinada decisão estúpida tempos atrás.
Respondi que me arrependia do que tinha feito,
mas expliquei que, naquele momento,
minha atitude me parecia lógica.
Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje,
certamente a decisão seria diferente.
Por isso é que lhe digo:
não se torture por algo que não deu certo no passado.
Talvez você tenha escolhido a pessoa errada para casar.
Talvez tenha saído da melhor empresa onde poderia trabalhar.
Talvez tenha mandado uma filha grávida embora de casa.
Não importa o que você fez, não se torture.
Apenas perceba o que é possível fazer
para consertar essa situação e faça.
Se você sente culpa, perdoe-se.
E, principalmente, compreenda que agiu assim porque,
na ocasião, era o que achava melhor fazer.
Há uma história de que gosto muito:
um pescador chegou à praia de madrugada para o trabalho
e encontrou um saquinho cheio de pedras.
Ainda no escuro começou a jogar as pedras no mar.
Enquanto fazia isso, o dia foi clareando até que,
ao se preparar para jogar a última pedra, percebeu que era preciosa!
Ficou arrependido e comentou o incidente com um amigo que lhe disse:
– Realmente, seria melhor se você prestasse mais atenção no que faz,
mas ainda bem que sobrou a última pedra!
Existem pessoas que não prestam atenção no que fazem
e depois passam a vida inteira arrependidas pelo que não fizeram,
mas poderiam ter feito, e se martirizam por seus erros.
Se você está agindo assim, deixo-lhe uma mensagem especial:
não gaste seu tempo com remorsos nem arrependimentos.
Reconheça o erro que cometeu,
peça desculpas e continue sua vida.
Você ainda tem muitas pedras preciosas no coração:
muitos momentos lindos para viver e muitos erros para cometer.
Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida.
Roberto Shinyashiki
Dificuldades em perdoar.
Caso tenha enorme dificuldade em perdoar uma pessoa,
devido à gravidade do ocorrido,
sugerimos que atue desta forma:
Inverta mentalmente a situação geradora,
colocando-se desta vez no papel de responsável pelo trauma
ou do que tiver acontecido.
Por exemplo, se você foi agredido por alguém,
mentalize a pessoa como sua vitima
e faça com ela tudoque ela fez com Você (tudo em sua mente).
Estará acontecendo uma descarga emocional que irá
facilitar a realização do Perdão.
Pratique quantas vezes isto for necessário,
até sentir que realmente conseguiu perdoar de coração.
(Obs: Independe da pessoa que gerou o trauma estar viva ou falecida)
(texto obtido do site: http://somostodosum.ig.com.br/)
devido à gravidade do ocorrido,
sugerimos que atue desta forma:
Inverta mentalmente a situação geradora,
colocando-se desta vez no papel de responsável pelo trauma
ou do que tiver acontecido.
Por exemplo, se você foi agredido por alguém,
mentalize a pessoa como sua vitima
e faça com ela tudoque ela fez com Você (tudo em sua mente).
Estará acontecendo uma descarga emocional que irá
facilitar a realização do Perdão.
Pratique quantas vezes isto for necessário,
até sentir que realmente conseguiu perdoar de coração.
(Obs: Independe da pessoa que gerou o trauma estar viva ou falecida)
(texto obtido do site: http://somostodosum.ig.com.br/)
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Se caíste.
Se caíste, não te acomodes no chão.
Põe-te de pé e continua.
A queda te ensina o que nenhuma outra
postura física é capaz.
Não te lamentes nem permaneças na expectativa
de que te levantem.
Reúne as forças que te sobraram e,
de novo, retoma a caminhada.
Somente quem caiu pode advertir os incautos
quantos aos perigos a que se encontram expostos.
Não raro, Deus te consente a queda
para que aprendas humildade.
Nos passos de quem se dispõe a avançar,
os tropeços são naturais e inevitáveis.
Quem não se movimenta,
se não se arrisca a cair, também não sai do lugar.
No exercício de cair e de levantar-se
é que o espírito se fortalece.
(Extraído de 'Vigiai e Orai, por Irmão José/Carlos Baccelli)
Põe-te de pé e continua.
A queda te ensina o que nenhuma outra
postura física é capaz.
Não te lamentes nem permaneças na expectativa
de que te levantem.
Reúne as forças que te sobraram e,
de novo, retoma a caminhada.
Somente quem caiu pode advertir os incautos
quantos aos perigos a que se encontram expostos.
Não raro, Deus te consente a queda
para que aprendas humildade.
Nos passos de quem se dispõe a avançar,
os tropeços são naturais e inevitáveis.
Quem não se movimenta,
se não se arrisca a cair, também não sai do lugar.
No exercício de cair e de levantar-se
é que o espírito se fortalece.
(Extraído de 'Vigiai e Orai, por Irmão José/Carlos Baccelli)
Ocupar-se.
Preencha seu tempo.
Não se deixe cair no vazio da ociosidade.
Mente desocupada é foco de perturbações.
Não pode haver evolução sem esforço,
assim como não pode haver movimento sem força propulsora.
Preencha seu dia-a-dia.
Colabore, participe.
Em toda parte há trabalho para todos.
Esteja sempre ligado a compromissos,
responsabilidades e afazeres.
O conhecimento, por mais precioso,
não passa de fantasia quando não se expressa na forma
de serviço prestado em favor de um mundo melhor.
O trabalho constitui necessidade básica do espírito.
(Pastorino/Ariston Teles, do livro 'Boa Idéia')
Não se deixe cair no vazio da ociosidade.
Mente desocupada é foco de perturbações.
Não pode haver evolução sem esforço,
assim como não pode haver movimento sem força propulsora.
Preencha seu dia-a-dia.
Colabore, participe.
Em toda parte há trabalho para todos.
Esteja sempre ligado a compromissos,
responsabilidades e afazeres.
O conhecimento, por mais precioso,
não passa de fantasia quando não se expressa na forma
de serviço prestado em favor de um mundo melhor.
O trabalho constitui necessidade básica do espírito.
(Pastorino/Ariston Teles, do livro 'Boa Idéia')
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