quarta-feira, 30 de junho de 2010

Fórmula ideal.


Se sentes qualquer dificuldade no relacionamento com os outros, 
é provável que o empecilho maior esteja em ti mesmo.
O que classificamos por indiferença alheia, talvez seja 
simplesmente falta de habilidade da nossa parte.
O que fazes para te aproximares das pessoas? 
Esforças-te para 
conquistar a confiança dos que vivem à tua volta?
Se esperas algum apoio de alguém, é natural que esse mesmo 
alguém espere algo de ti.
Aquele que toma a iniciativa de caminhar, chega sempre no objetivo.
Sem sementeira, não haverá colheita.
Para que o plantio seja certo é importante o preparo do solo.
Quem deseja compreensão, precisa compreender.
Simpatia e amizade são bênçãos cultiváveis.
Experimenta ser mais afável, mais solidário, mais atencioso 
e mais alegre com os outros para ver o que te acontece ...
Até as plantas sabem agradecer o carinho que recebem na 
irrigação ou no adubo.
Exigir menos dos outros e mais de ti ? eis a fórmula ideal para 
que saibas viver e conviver, proveitosamente, com todos, em qualquer 
parte do mundo.


(pelo Espírito Irmão José - Do livro: Crer e Agir, Médiuns: Francisco 
Cândido Xavier e Carlos A. Bacelli - Editora IDEAL)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Faça diaramente.


Faça diariamente, ao despertar,
afirmações positivas de alegria e vitória,
procurando construir em torno de si
um ambiente de serenidade e de harmonia.
Aprenda a sorrir de coração para todos:
parentes, amigos, conhecidos, de tal
forma que baste a sua presença para que
a alegria penetre no coração das criaturas
que lhe chegam perto.
E verifique a felicidade que isto lhe
causará."
(Minutos de Sabedoria, C.Torres Pastorino)

É sempre fácil.

É sempre fácil examinar as consciências alheias, 
identificar os erros do próximo, 
opinar em questões que não nos dizem respeito, 
indicar as fraquezas dos semelhantes, 
educar os filhos dos vizinhos, 
reprovar as deficiências dos companheiros, 
corrigir os defeitos dos outros, 
aconselhar o caminho reto a quem passa, 
receitar paciência a quem sofre e retificar 
as más qualidades de quem segue conosco... 
mas enquanto nos distraimos, 
em tais incursões a distância de nós mesmos, 
não passamos de aprendizes que fogem, 
levianos, à verdade e à lição.
Enquanto nos ausentamos do estudo de nossas próprias necessidades,

olvidando a aplicação dos princípios superiores que abraçamos na fé viva,
somos simplesmente cegos do mundo interior relegados à treva...

Despertemos, a nós mesmos, acordemos nossas energias mais profundas

para que o ensinamento do Cristo não seja para nós uma bênção que passa,
sem proveito à nossa vida, porque o infortúnio maior de todos para a
nossa alma eterna é aquele que nos infelicita quando a graça do Alto passa
por nós em vão!...
 
(André Luiz / Francisco Cândido Xavier)

O direito de ser.

Se a dor é individual, se o amor é individual, 
com que direito as pessoas querem escolher 
o que é melhor para os outros?
Ninguém tem o direito de interferir na felicidade de outra pessoa. 
Cada qual deve conhecer os limites do seu próprio jardim 
e também os do vizinho, filhos, pais e amigos.
Medo de que o outro se engane e seja infeliz? 
Cada qual deve ter sua quota de responsabilidade 
naquilo que faz ou deixa de fazer, 
deve ter o direito de experimentar o doce da felicidade 
e o amargo das decepções, 
se for preciso. Isso chama-se respeito à individualidade de cada um, 
dar-lhe o direito de ser e ser completamente,  
exatamente como desejamos para nós mesmos, exigimos até.
O difícil no relacionamento entre as pessoas é saber até onde deve-se ir. 
O fio que separa o amor que sentimos e a liberdade do outro 
de ser e de escolher o que quer ser é frágil, mas ele existe.
Mesmo com todo amor que sentia, com os riscos, 
perigos e tentações, 
Deus deixou o homem livre para tocar ou não na árvore, 
provar ou não do fruto. 
E não o amou menos por isso, nem renegou.
Ensinou-nos que amar significa cercar o outro de amor, mas sem prendê-lo, 
sem impedi-lo de respirar e de ser o que deseja ser.
 
Letícia Thompson

terça-feira, 23 de março de 2010

Dentro e fora do lar.

Seja o mesmo, dentro e fora do lar.
O lar é a sociedade em miniatura!
A sociedade é o lar ampliado.
Num e noutra, seja o mesmo:

firme em sua palavra, seguro em seu pensamento,
honesto em seus atos, calmo na confiança em si mesmo.
O homem é o que é.
E a manifestação externa reflete o estado íntimo de nossa alma.

(C. Torres Pastorino)