quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Quando a cura não acontece.

Há males que vêm para o bem, diz o ditado.
Mas podemos tirar um bem de todos os males, dependendo da maneira como os vemos e de como passamos por eles.
Nosso modo, geralmente superficial, de ver leva-nos a considerar um acontecimento bom ou ruim, só pelo seu aspecto mas exterior.
No entanto, tudo encerra um aprendizado, e este aprendizado é a finalidade do que nos acontece. Se há vitória ou derrota, se há alegria ou tristeza, o importante é que há sempre um ensinamento para ser extraído e uma mensagem para ser compreendida.
É assim, também, com o que chamamos de doenças.
Que bem pode haver numa doença?
A oportunidade de percebermos o que há de errado conosco. As desordens de ordem física, emocional e mental, via de regra, nos alertam para o fato de que não estamos agindo bem conosco mesmos, que cometemos abusos, fizemos coisas contrárias as leis da Natureza ou adotamos uma postura interior auto-destrutiva.
E qual é a mensagem?
A dor serve para chamar nossa atenção. Ao contrário do que geralmente se diz, a dor não serve para nos punir. O sofrimento em si mesmo jamais será meio de evolução, num Universo onde a Lei Maior é a do Amor. A dor, simplesmente, vem nos acordar.
E uma vez que seu objetivo seja alcançado, ela perde sua razão de ser. Em outras palavras: uma vez que a dor nos tenha levado a encontrar a sua causa, que estejamos conscientes da necessidade de eliminá-la e decididos a fazê-lo, é o momento em que começamos a nos curar. Só então,qualquer tratamento poderá ser realmente eficaz.
Enquanto não se chega a tal nível de consciência, tudo será paliativo, serão feitas tentativas válidas de melhorar a qualidade de vida e minorar os sintomas, porém o problema continuará a existir.
Portanto, se você já procurou toda espécie de terapia, se já bateu em todas as portas e a dor persiste, pare e analise. É que a lição, no seu caso, ainda não foi compreendida. Você ainda não extraiu sabedoria dessa situação.

Rita Foelker

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Como se mede uma pessoa...

Os tamanhos variam conforme o grau de desenvolvimento.
Ela é grande pra você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e seu sorriso é destravado.
É pequena pra você quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa honestamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto.
É pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichés.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: "será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições?"
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos.
Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente se torna mais uma.O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande.
É a sua sensibilidade sem tamanho.

Mario Quintana.

domingo, 25 de outubro de 2009

O paradoxo do nosso tempo.


"Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'. Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre!!!!! "


Gerorge Carlin.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Felicidade... fruto da gratidão.

Em tudo dai graças (1 ts 5.18)
Você nunca será feliz se não aprender a tornar a gratidão parte do seu cotidiano. Nunca terá um ótimo relacionamento se não souber apreciar verdadeiramente a maravilha que é o seu parceiro ou a sua parceira. E nunca vivenciará a mais profunda intimidade se não começar a sentir-se grato pela oportunidade de compartilhar sua jornada com as pessoas que estão à sua volta.Temos muita dificuldade de sermos agradecidos. No entanto, sabemos reclamar, e muito, com bastante facilidade. Muitas vezes, o motivo da nossa insatisfação é os nossos relacionamentos diários. Será que você ficaria um dia inteiro sem fazer uma única reclamação? Já parou para pensar que este tipo de atitude pode rapidamente transformar-se em murmuração? Murmurar é pecado!Veja o que o apóstolo Paulo disse em 1 Coríntios 10.10 (NTLH):Vocês não devem se queixar, como fizeram alguns deles, e por isso foram destruídos pelo Anjo da Morte.A verdade é que a maioria de nossas reclamações é insignificante, o que demonstra a nossa ingratidão pelas incríveis oportunidades que surgem à nossa frente, assim como pela vida que o Senhor tem nos proporcionado. Ser grato é um grande segredo no nosso viver diário. E a nossa primeira atitude de gratidão deve ser para com Deus. Afinal, o Todo-poderoso nos escolheu, amou-nos e chamou-nos para realizar a Sua vontade nesta terra.O salmista, em um momento de profunda gratidão, escreveu:Dêem graças a Deus, o SENHOR, porque ele é bom, e porque o seu amor dura para sempre.Salmo 107.1A gratidão é um sentimento que transforma a nossa visão, a nossa maneira de pensar. Ela muda o modo como nos sentimos em relação a nós mesmos, à vida e aos outros. Se formos capazes de, com coragem, falar para as pessoas sobre nossa gratidão, isso nos dará o incentivo de que tanto precisamos para continuar esforçando-nos e, assim, tornar-nos pessoas melhores.Existem seis bilhões de pessoas no planeta. Desconfio que milhões delas dormem, todos os dias, famintas por uma palavra sincera de valorização. Aprenda a valorizar e a elogiar quem você ama, como também as pessoas que estão ao seu redor e que precisam do seu apoio espiritual e emocional. Todos nós carecemos de incentivos.Tornar-se uma pessoa melhor a cada dia é uma tarefa árdua, mas não impossível. Comprometa-se a elogiar quem compartilha a vida com você pelo menos duas vezes ao dia. Pela manhã e à noite. Transforme a gratidão em uma raiz que permita fortalecer seus relacionamentos. Dessa forma, você será muito mais feliz.A nossa alegria não deve ser pelo que temos, mas em poder apreciar e desfrutar o que dispomos. Você pode possuir todos os tesouros, todos os prazeres e todas as bênçãos que este mundo oferece. Mas, acima de tudo, seja sempre agradecido a Deus por tudo e pelas pessoas que Ele tem colocado em seu ambiente de convívio.Esta é a orientação do apóstolo Paulo ao povo de Tessalônica (1 Ts 5.18 NTLH) e que serve de conselho para nós:Sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês por estarem unidos com Cristo Jesus.Agradeço a Deus por sua vida! Que o Senhor o abençoe


Fonte: http://www.mulhervitoriosa.com.br/

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

No lar.

Não olvides que teu filho, sendo a materialização de teu sonho, é também tua obra na Terra.
Às vezes é um lírio que plantaste no tempo; contudo, na maioria das ocasiões, é um fragmento de mármore que deixaste à distância.
Flor que te pode encorajar ou pedra que te pode ferir.
Recebe-o, pois, como quem encontra a oportunidade mais santa de trabalho no mundo.
Não lhe abandones o espírito à liberdade absoluta, para que se não perca ao longo da estrada, e nem cometas a loucura de encarcerá-lo em teus pontos de vista, para que o teu exclusivismo não lhe desfigure as qualidades inatas para o infinito bem.
Ajuda-o, acima de tudo, a crescer para o ideal superior, assim como auxilias a árvore nascente, em ímpeto ascensional para a luz.
Livra-o das deformidades mentais, tanto quanto proteges o vegetal proveitoso contra a invasão da erva sufocante.
Ser pai é ser colaborador efetivo de Deus, na Criação.
Receber um filho é deter entre os homens o mais sagrado depósito.
Não desertes, assim, da abnegação em que deves empenhar todas as forças peculiares à própria vida, a fim de que o rebento de tuas aspirações humanas se faça legítimo sucessor dos teus mais íntimos anseios de elevação.
O lar, na Terra, ainda é o ponto de convergência do passado. Dentro dele, entre as quatro paredes que lhe constituem a expressão no espaço, recebemos todos os serviços que o tempo nos impõe, habilitando-nos ao título de cidadãos do mundo.
Exercitemos, desse modo, o amor e o serviço, a humildade e o devotamento, no templo familiar, à frente de nossos amigos ou adversários do pretérito transformados hoje em nossos parentes ou em nossos filhos, e estaremos alcançando nos problemas da eternidade a mais alta e a mais sublime equação.

Emmanuel
(De “Luz no Lar”, de Francisco Cândido Xavier – Por diversos Espíritos

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Nunca te arrependerás.

De teres refreado a língua, quando pretendia dizer o que não convinha ou o que não era verdade.
De teres formado o melhor conceito do proceder de outrem.
De teres perdoado aos que te fizeram sofrer.
De teres cumprido fielmente tuas promessas bem pensadas.
De teres dirigido palavras bondosas aos desventurados e tristes.
De teres simpatizado com os oprimidos.
De teres pedido perdão por falta cometida.
De teres pensado antes de falar.
De teres honrado a teus pais e superiores.
De teres sido cortês e honesto em tudo e com todos.

(Malba Thaan assegura em 'Lendas do Céu e da Terra')

Toques de luz.

Nós ainda não nos acostumamos a usar as palavras com sabedoria, com delicadeza.
O que mais ocorre, quando somos ofendidos, é reagirmos com outra ofensa ainda maior. Numa troca de palavras, às vezes desce-se a nível muito baixo, e os resultados são desagradáveis.
A pessoa educada deve se segurar para não cair, não se enervar nem dizer grosserias como as que ouvir.
Se não houver condição de se fazer compreender em determinado momento, é melhor silenciar e aguardar o instante propício.
POR ISSO...Segure-se.
Não desça ao nível do mal que se apresenta a você.
Assim se livrará das tristezas que ele traz.
Defenda o seu interior. Nele está a divindade, nele há bondade e alegria, que devem receber tratamento especial.
REAJA E CUIDE DO CORAÇÃO.
Se você protege o coração, protege a paz, protege a vida.
Se deixa romper-se a proteção, as conseqüências só podem ser danosas.
Evite-as.
VOCÊ PODE, QUERENDO.
O que fazemos de nós mesmos é assunto sério.

(Do Livro "Toques de Luz" - Lourival Lopes).

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Que mais queres?

Se tens o necessário para viver, que mais queres?
O supérfluo sempre significa acréscimo de aflição.
O que te sobras e não repartes costuma te pesar na alma.
Os que reclamam de dificuldade financeira, com talão de cheques no bolso e pão à mesa,
nunca deram uma volta pela periferia...
Por acaso, já estiveste num casebre em que simples quilo de alimento qualquer seria imensa fartura?
Quantos sofrem sem o conforto de um analgésico em casa?
Quantos pais de famílias desempregados conheces?
Quantas crianças doentes que poderiam ser tuas não têm fácil acesso a um pediatra?
Já olhaste em ti hoje e reparastes nos teus braços e pernas perfeitos?
Somente se não tivesses o que tens verias quanto é muito o que consideras pouco.
Na maioria das vezes, o que podem milhões sobre um simples coágulo que obstrui uma artéria?
Convence-te que não descerás ao túmulo com o que tens, mas, sim, com o que és.

(Irmão José/Carlos A. Baccelli - do livro: "Dias Melhores")

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Mulher de Capricórnio. II

Quando meninas, são velhas, e quando velhas, são meninas...
A medida que passam os anos, vão sendo mais formosas e faceiras...
Sua frieza externa se conjuga com um atrativo especial:
desperta no sexo oposto o mistério do desconhecido e o gosto por descobri - lo.
O amor repentino e tempestuoso não são suas características.
Com grande parsimônia, vai deixando seduzir; quando se entrega, o faz sem dúvidas.
Meditativa e calma, dedica-se às tarefas que empreende,
escapa definitivamente dos moldes do "comum", e se envolve no maravilhoso véu do estranho.
Exigente e severa se preciso.
Uma das coisas mais interessantes nesta mulher é sua natural educação e seus modos graciosos...
Sentem necessidade de vínculos seguros e estáveis.
Só se ligam no que consideram confiável.
Se atingidas emocionalmente, se fecham, têm medo de não serem aceitas.
O que mais as magoa é não se sentirem respeitadas...

Desconheço o autor.